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Os desequilíbrios financeiros, em vários Estados e Municípios do país, embora tornados críticos com a acentuada retração da receita pública decorrente da atual recessão, têm raízes no desequilíbrio estrutural entre as funções atribuídas aos entes federativos e suas respectivas fontes de financiamento, como estabelecido pela Constituição de 1988. Tais desequilíbrios foram agravados, para os Estados e Municípios, pela estratégia do governo federal de elevar sua receitas por meio de Contribuições, uma vez que as mesmas, ao contrário dos Impostos, não são distribuídas para os demais entes federativos via Transferência Constitucional, e ainda que essa iminente insolvência venha sendo mitigada com a União assumindo várias funções dessas esferas, como nas áreas de educação e segurança.

Na abertura da 675ª Sessão Plenária Ordinária do Cofecon, o economista Mauro Osorio, da Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (FND/UFRJ) expôs um panorama sobre a crise enfrentada por estados e municípios brasileiros atualmente.

O economista Júlio Miragaya foi reeleito presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon) e estará à frente da instituição em 2017. A eleição ocorreu neste sábado, 3 de dezembro, na sede do Cofecon, durante a 675ª Sessão Plenária Ordinária. Os conselheiros federais também escolheram o economista Nei Cardim como vice-presidente da entidade. Ao todo, foram 15 votos em Miragaya para a presidência, 15 votos em Cardim para a vice-presidência e três votos nulos para cada função.

O Conselho Federal de Economia realizou nesta quinta-feira (01) a Assembleia de Delegados Eleitores (ADE). O evento reúne um economista de cada Conselho Regional, devidamente eleito nas eleições realizadas durante o mês de outubro, a fim de escolher novos conselheiros federais que terão mandato no triênio 2017-2019. Clique AQUI para acessar a ata da reunião.

Dirigentes dos conselhos e entidades de economia da América Latina e Caribe se reuniram após o encerramento do seminário internacional Modelos de Desenvolvimento para a América Latina e Caribe. O encontro ocorreu no dia 29 de novembro, no Rio de Janeiro, para discutirem as próximas ações que serão realizadas em conjunto.

Definiu-se a realização de um seminário em abril de 2017, com local a ser confirmado, para discutir a nova ordem mundial e os reflexos para a América Latina e Caribe, além de questões relacionadas ao futuro da profissão de economista, mercado de trabalho e atualização de currículo profissional. O grupo definiu que será enviada uma newsletter mensal com notícias sobre  ações realizadas pelos conselhos de economia de cada país participante, para facilitar o intercâmbio de informações.

Participaram da reunião o presidente do Cofecon, Júlio Miragaya; Jorge Mario Melgar, representando a Guatemala; Ruben Utria, representando a Colômbia; Ricardo Felipe Cabrera Arribillaga, representando o Ururguai; Hugo Pons, representando a Associação de Economistas da América Latina e Caribe (AEALC); o presidente do Corecon-RJ, José Antônio Lutterbach; o secretário executivo do Corecon-RJ, Wellington Leonardo Silva; o ex-presidente do Cofecon Paulo Dantas da Costa; e os conselheiros federais Róridan Duarte, João Manoel Gonçalves e Nei Cardim, que também é presidente da Associação de Economistas de Língua Portuguesa.


 

* Assessora de Imprensa do Cofecon

(61) 3208-1803/ 99939-9879

Está disponível no site do Senado Federal uma Consulta Pública sobre o Projeto de Lei do Senado (PLS) 658/2007, que estabelece alterações à Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, para atualizar a regulamentação do exercício da profissão de Economista.

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