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Por Fernando Tadeu*
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29 de June de 2007 |
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Nas categorias do XIV Prêmio Brasil de Economia de 2007 uma nova modalidade criada pelo Sistema COFECON-CORECONs parece que veio para ficar: Livro de Economia. Trata-se de uma importante conquista dos Economistas com vistas à ampliação na divulgação dos trabalhos realizados e para que cada um de nós possa conhecer melhor o trabalho do outro. Muito pouco se sabe das produções de cada região brasileira e esse novo espaço constituiu-se num passo significativo para a aproximação dos pesquisadores e cria mais alternativas que levem ao conhecimento as publicações realizadas pelos economistas de todo o Brasil.
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Por Fernando Tadeu de Miranda Borges*
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23 de November de 2006 |
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Até recentemente, achava-se que a soja não se desenvolveria em solos e climas tropicais, mas os pesquisadores da Embrapa e de institutos estatais e privados desenvolveram mais de 40 variedades de soja especialmente adaptadas para o cerrado. A soja agora representa quase metade das exportações agrícolas do Brasil e é o principal produto da região do Mato Grosso, alcançando o percentual de 24,97% da produção do país em 2004, segundo dados do IBGE, ou seja, uma colocação de primeiro lugar no "ranking" nacional. O economista Fernando Tadeu Borges, conta em seu artigo, a história do lançamento da semente do Mato Grosso para o mundo que está diretamente ligada a criação da estrada de ferro de Cuiabá idealizada por três grandes cidadãos matogrossenses.
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Por Fernando Tadeu de Miranda Borges*
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09 de November de 2006 |
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A União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro (UBE-RJ), no dia 27 de outubro de 2006, realizou, no Auditório da Academia Brasileira de Letras, a entrega dos prêmios literários aos melhores trabalhos escritos no Brasil, no ano de 2005. O agraciado com o troféu maior foi o colega economista e professor Carlos Lessa (foto), pelos trabalhos realizados em prol do Brasil e pelo clássico, "O Rio de todos os Brasis (uma reflexão em busca de auto-estima)", publicado em 2000, pela Record. "O livro é leitura obrigatória para as pessoas que se interessam pelo estudo da identidade nacional, pela formação das cidades brasileiras, e por conhecer o olhar cultural", aponta o economista Fernando Tadeu em seu artigo. Ele aplaude a UBE-RJ pelo troféu ao colega Carlos Lessa, que o colunista teve o prazer de conhecer no XVI Congresso Brasileiro de Economistas realizado em Florianópolis - Santa Catarina, no período de 04 a 07 de outubro de 2005.
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Por Fernando Tadeu de Miranda Borges*
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19 de October de 2006 |
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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), conhecida como Uniselva participou, ativamente, a partir de 1972, do Projeto Aripuanã que buscava a implantação da cidade científica de Humboldt, em uma área de floresta amazônica, locali zada no território mato-grossense, com a finalidade da criação da tecnologia nacional que viesse ao encontro das reais necessidades do Brasil e respeitasse o meio ambiente. O Economista Fernado Tadeu conta a experiência marcante de busca do desenvolvimento econômico pelas vias endógenas na Uniselva, num enfrentamento antes nunca visto com as forças exógenas que deixou a lição de que vale a pena tentar o caminho da multiplicidade cultural. O curso de Economia encontra-se instalado na UFMT desde 1965, baseado na filosofia do cacique xavante Cemerecê "Ninguém ensina o que não sabe", invertendo o binômio ensino-pesquisa para pesquisa-ensino.
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Por Fernando Tadeu de Miranda Borges*
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28 de September de 2006 |
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"A instituição da monografia nos cursos de Ciências Econômicas das universidades brasileiras deve ser aplaudida, por oportunizar, aos estreantes, a possibilidade do desenvolvimento do espírito crítico, e da fundamentação apoiada em argumentos sólidos, coerentes e objetivos", destaca o Economista Fernando Tadeu. O colunista registra o esforço do COFECON em conceder anulamente o Prêmio Brasil de Economia aos melhores trabalhos acadêmicos realizados nos Estados brasileiros e observa: "Depois das teses de Keynes e Hayek, que eram opostas no tratamento, mas coerentes na manutenção do capitalismo, os trabalhos de pesquisa posteriores encaixam-se, conforme interpretou a equipe de professores de Economia da USP, naquilo que Michel Beaud e Gilles Dostaler denominaram de "confusa Babel", ao distinguirem na formulação personagens da mitologia grega."
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